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A História

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A Arte Milenar Chinesa, Kung Fu faz parte da grande herança cultural do povo chinês que, com seus movimentos elegantes e de extrema eficácia tem exercido um enorme fascínio sobre inumerável quantidade de pessoas. O Kung Fu é fruto da capacidade intelectual do homem no seu contexto social e geográfico, sendo uma atividade física com fins de auto defesa, terapia, força, refinamento e enriquecimento interno. Baseado em movimentos harmônicos equilibrados, fintas, técnicas flexíveis e compactas, trabalha tanto aspectos internos como externos. Pesquisas têm mostrado que o Kung Fu treinado regularmente é benéfico para o sistema cardiovascular e respiratório, para o metabolismo aeróbico e anaeróbico, para a coordenação corporal e aumento da capacidade vital. Sua origem pode ser encontrada na pré-história, onde nossos ancestrais eram obrigados a lutar contra animais selvagens e outros homens, a fim de garantir sua sobrevivência. No curso das lutas entre tribos, eles vieram a compreender que, para derrotar o inimigo, deveriam não apenas ter boas armas (que eram rudimentares), mas também melhorar sua capacidade física e sua habilidade de combate, através de intensivo treinamento nos tempos de paz. Isto levou ao desenvolvimento do Kung Fu ao longo dos séculos. No período dos soberanos místicos (4.000 – 2.000 a.C.), houve uma grande guerra com Huang Ti, o Imperador Amarelo. Ele foi pioneiro na ciência médica chinesa e criou a técnica Tao Yin (técnica de exercício) e T’U NA. Precisamente no ano de 2.674 a. C., as tropas do Imperador Amarelo tiveram de conter uma rebelião que queria dividir a China: eles venceram com a técnica do Kung Fu. Os Guerreiros de Chi You travaram memoráveis batalhas contra o legendário Imperador Amarelo com a técnica Jiadi, nas quais os contentores lutavam utilizando capacetes com chifres. Outro tipo de disputa muito conhecida era o Ganqiwu, onde os lutadores utilizavam um machado em uma mão e um escudo na outra. No século XI a.C. o Kung Fu já fazia parte dos exames imperiais e serviços de seleção de soldados e oficiais. Na Dinastia Zhou (séc. XI – 221 a.C.), a Luta Livre era considerada um esporte militar, juntamente com o Arco-e-Flecha e a Corrida de Carruagens. O uso da espada e do facão também eram muito populares naquele tempo. O próprio Imperador Zhou Wen, que governou o reinado de Zhao em 298-266 a.C., era fascinado com a habilidade no manejo da espada. No período das princíncias combatentes, surgiram numerosas estratégias que enfatizavam a importância do Kung Fu para a formação de um exército verdadeuramente forte. Sun Zi, o autor do mais antigo livro existente sobre a “Arte da Guerra”, assinala que “os exercícios de combate contribuem para o fortalecimento do estado físico dos soldados”. Nesta época, algumas mulheres figuravam entre os mais destacados mestres no manejo da espada. Uma delas, chamada Yue Nu, foi convidada pelo Imperador Gou Jian a formular suas teorias que foram altamente apreciadas por seus contemporâneos e gerações anteriores. Na Dinastia Han posterior (25-220), um médico famoso chamado Hua Tuo (falecido em 208), criou uma seqüência de exercícios para saúde que imitavam os movimentos do Tigre, do Cervo, do Urso, do Macaco e do Pássaro. Conhecido como Wuqinxi (O Jogo dos Cinco Animais), se inspirava na observação dos animais com movimentos destinados a tonificar o corpo e assimilar o reflexo dos mesmos. O trabalho de Hua Tuo teve profunda influência nos exercícios direcionados para a saúde na China nos anos posteriores. Na Dinastia Jin (265-420), o Kung Fu recebeu influências do Budismo e do Taoísmo. Ge Hong (284-364), famoso medico e shaolin escdafilósofo taoísta, integrou o Qi Qong, importante ramificação da medicina Chinesa Tradicional ao Kung Fu. Suas teorias em relação à ação externa (Yang) e interna (Yin) no Kung Fu são universalmente conhecidas até nossos dias. Ao norte da China, entre cinco cordilheiras, está localizada a Província de Honan, próximo de Lo Yan, ao monte Sung, foi construído em 495 o Templo Shaolin. O Shaolin Pei foi criado e desenvolvido pelos Monges do monastério, e centenas de estilos se derivaram do Shaolin. O general Yueh Fei (1103-1143), desenvolveu na Dinastia Song (960-1279) o estilo Garra de Águia (In Chua – Len Jiao Fan Tzi) e a técnica Chin Na. O sistema de exame da corte, iniciado na Dinastia Tang (618-907), deu um forte impulso ao desenvolvimento do Kung Fu. Todos os oficiais e soldados deveriam passar por testes de Artes Marciais, antes de serem promovidos. Títulos honrosos como “Guerreiro de Coragem” e “Guerreiro de Agilidade” eram conferidos a destacados Mestres. Na Dinastia Song, organizaram-se uma série de Associações da modalidade. Na Dinastia Ming (1368-1644), o Kung Fu prosperou como nunca. Qi Ji Quang, ilustre general, escreveu um livro que tratava de 16 diferentes estilos e Rotinas com mãos livres e outros 40 com lanças, espadas e bastões. Este livro possuía explicações detalhadas e inúmeras ilustrações. O General Qi Ji Quang, formulou também uma série de teorias e métodos de treinamento que muito contribui para o desenvolvimento da arte marcial chinesa. Na Dinastia Ching (1644-1912), precisamente no ano de 1734, o Templo Shaolin foi destruído pelos Manchus, cinco mestres e 15 discípulos sobreviveram. O Monge Shaolin Cheen Sin Sun See, ensinou Hung Hei Kung, que desenvolvei o estilo Tigre (Hung Gar – Hu) da família Hung. Outro Monge Shaolin, Pak Mey, do Templo Kwang Wai, da Província de Sze Chuan, criou o estilo Pak Mey. A Monja Shaolin Mui, ensinou Yim Ving Tsun, que desenvolveu o estilo Eterna Primavera (Ving Tsun Íon Chuen). O Monge Hwang Ho de Liu, da Província de Shantung do Templo Shaolin de Honan, criou o estilo Louva a Deus (Tang Lang – Tan Lan). Durante a Dinastia Ching, apesar de um decreto do Imperador Manchu, que proibia a prática do Kung Fu entre o povo, foi estabelecida uma grande quantidade de associações. Em 1949, o líder comunista Mão Tse Tung tomou o poder e muitos mestres, por motivos políticos, emigraram para Taiwan (Formosa) e para Hong Kong, protetorado britânico. Atualmente, na China continental, o WUSHU tem recebido características desportivas, onde o aspecto competitivo é altamente enfatizado. Não obstante a prática tradicional do Kung Fu tem sido preservada.

 

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